[Resenha] O último homem bom, de A. J. Kazinski – Selo Tordesilhas – Editora Alaúde

9788564406544-altaTítulo: O último homem bom
Autor: A. J. Kazinski
ISBN:  978-85-64406-54-4
Gênero: Thriller
Editora: Alaúde – Selo Tordesilhas
Cortesia da editora

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Sinopse:

Sob o pseudônimo de A. J. Kazinski, os dinamarqueses Anders RønnowKlarlund e Jacob Weinreichcriaram uma parceria literária que, com apoio de pesquisas na Itália e na Dinamarca, deu origem a O último homem bom. Lançado em 2010 na Dinamarca, o livro logo se transformou em best-seller, e seus direitos já foram vendidos para mais de 20 países. Subvertendo a lógica tradicional das obras do gênero, os heróis deste thriller empreendem uma caçada eletrizante não aos bandidos, mas às últimas pessoas boas do mundo. Em Pequim, um monge cai morto em sua cela. Uma marca terrível e desconhecida cobre-lhe as costas. Em Mumbai, um economista adorado por ajudar os pobres morre de forma repentina. Seu cadáver ostenta a mesma marca. Ao redor do mundo, há relatos de mortes semelhantes – e todas as vítimas eram humanitários. Em Veneza, um policial dedicado lança pela Interpol um alerta para a polícia das principais capitais do mundo: encontrem as pessoas boas do seu país e digam-lhes o que está acontecendo. Em Copenhague, onde estava para ser realizada a Conferência Mundial sobre o Clima, a tarefa é entregue ao detetive Niels Bentzon. Treinado para enxergar o pior da humanidade, a princípio ele não é bem-sucedido em sua busca. Quando já estava quase desistindo, conhece Hannah Lund, uma cientista brilhante que o ajuda a juntar as peças do quebra-cabeça: segundo as escrituras judaicas, a cada geração existem na terra 36 pessoas boas, ou “justas”. Sua função é proteger-nos, e sem elas a humanidade pereceria. Trinta e quatro estavam mortas e era preciso encontrar as outras duas. Com ritmo ágil e um final que também foge à regra, O último homem bom combina a ação do thriller ao mistério da metafísica em uma trama intrigante que captura a atenção do leitor do começo ao fim e que já foi comparada à obra de nomes como Dan Brown e Stieg Larsson.

Resenha:

O último homem bom foi lançado em 2010 e logo se transformou em um best-seller. A. J. Kazinski  é o pseudônimo dos dinamarqueses Anders Ronnow Klarlund e Jacob Weinreich.

Em O último homem bom o policial italiano Tommaso Di Barbara em Veneza, liga atuais homicídios em vários locais do mundo ao mito Talmude judaico que significa que existe 36 pessoas justas escolhidas por Deus e espalhadas pelo mundo a cada geração para tomar conta do mundo. E pessoas ligadas à ajuda humanitária estão morrendo misteriosamente, somente pessoas boas e justas. E a única pista  é a mesma marca assustadora deixada na pele das vítimas. Tommaso lança pela Interpol um alerta para a polícia das principais capitais do planeta. Em Copenhague a missão é direcionada para o negociador da polícia dinamarquesa Niels Bentzon. E em meio à sua investigação Niels conhece Hannah Lund, uma astrofísica solitária e deprimida pela morte do filho. Juntos, passam a investigar as mortes para tentar desvendar o mistério.

Já havia me surpreendido com o A Santa Aliança de A. J. Kazinski e assim que iniciei a leitura do O último homem bom fui  fisgada para dentro da história já nas primeiras páginas. A história é incrível, um livro sensacional. Uma escrita ágil e ritmo frenético com uma boa dose de tensão. Daqueles livros de fazer o leitor prender a respiração nos momentos mais eletrizantes.

O último homem bom apresenta uma trama intrincada, cheia de mistério e acontecimentos surpreendentes. O suspense é tão grande que quando pensei que o assassino tinha sido pego e o mistério poderia ser desvendado fui pega de surpresa, e a corrida contra o tempo e a busca pelo real responsável pelas mortes se iniciava novamente. Uma trama muito bem construída.

Não poderia deixar de falar dos personagens, cativantes e arrebatadores. Niels me conquistou logo de cara, o tipo de policial durão mas com uma sensibilidade impressionante, um coração bom, inteligente, amoroso, íntegro e obstinado. Hannah também me conquistou, muito sensível e inteligente, uma dupla incrível e perfeita. Tommaso segue a mesma linha de policial íntegro, honesto e obstinado, senti pelo que aconteceu com ele. Já Katherine, a esposa arquiteta de Niels me decepcionou, acho que ela não soube valorizar o marido leal e amoroso que ela tinha.

Um livro marcante e arrebatador, uma busca alucinante pelo assassino, uma corrida contra o tempo, experiências com a proximidade da morte, relatos surpreendentes e impressionantes  de pessoas ressuscitadas.

O último homem bom é uma trama inquietante, misteriosa e surpreendente.

Me tornei fã número um de A. J. Kzinski.

Recomendo!!

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